Mirror People em concerto

“As influências que refere dos anos 1980 (Human League, Soft Cell ou o Prince mais sintético) estão lá, embora também se pense em projectos que têm reactualizado essa memória, como os afectos à editora americana Italians Do It Better (Chromatics, Desire, Glass Candy) ou a pop electrónica dançante dos ingleses Hot Chip, ou até os Datf Punk do último álbum, na forma como o som sintetizado das guitarras é trabalhado. A maior parte das canções expõe um envolvimento assumidamente excessivo, com os sintetizadores robóticos e a voz voluptuosa a apontar para tensões eróticas ou para cenários urbanos requintados. Há qualquer coisa de artificioso nos quadros sonoros propostos, com cada canção a integrar diferentes temperaturas – do glaciar ao mais cálido – que são canalizadas para criar climas de volúpia.”
Vitor Belanciano, Ipsilon

““Bring The Light continua a ser pop para dançar, mas é mais difícil que Voyager. O single “In Your Eyes” é o mais polido, tudo o resto pede pista de dança, copos e suor. Exceção feita para o arranque, uma introdução que inclui natureza e passarinhos. Bring The Light é um disco para a noite que começa pelo fim, pela serenidade do amanhecer. Venha mais luz.”
Pedro Esteves, Jornal Observador

Foi no passado dia 31 de março que Mirror People, projecto paralelo de Rui Maia dos portuenses X-Wife, editou o seu segundo trabalho de longa duração, Bring the Light, sucessor de Voyager lançado em 2015.

Composto e gravado durante o ano passado, o novo trabalho é descrito por Rui Maia como sendo “mais urbano, pessoal e diferente do anterior. Neste disco quis abordar uma sonoridade mais sintética e forte que remete para o lado mais alternativo dos anos 80, sem perder o sentido pop das canções.”

A edição de Bring The Light está disponível em CD (www.mirrorpeople.net) e em todas as plataformas digitais.

Próximas datas:

27 de Abril – Soir Jaa, Évora
28 de Abril – Carmo 81, Viseu
29 de Abril – Maus Hábitos, Porto
1 e 2 de junho – Festival MIL, Lisboa
16 de Junho – Vira Pop, Braga