MAZGANI ANUNCIA PRIMEIRAS DATAS DE APRESENTAÇÃO DE THE POET’S DEATH

Foi no passado dia 29 de Setembro que Mazgani editou, pela Sony Music, o seu mais recente álbum – The Poet’s Death – com direito a entrada directa para o 13º lugar no top nacional de vendas e subindo para 12º esta semana.

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani, foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Isaac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, a partir de 29 de Setembro.

Sobre o disco 

“Há quem pratique tai chi chuan ou ioga para descomprimir do frenesim da cidade, há quem faça retiros no campo para desacelerar os dias, há quem procure spas e massagens para oferecer algum sossego ao corpo, há quem se adentre na natureza para ter direito ao silêncio por oposição ao ruído incessante do bulício humano. As canções de Shahryar Mazgani (nascido no Irão em 1975 e chegado a Portugal aos quatro anos, em fuga da Revolução Islâmica de 1979) cumprem um propósito semelhante. São feitas com recursos mínimos, desenvolvidas com lentidão, gravadas sem procurar obsessivamente a perfeição, acolhendo erros e desvios do momento. “É preciso que haja arestas para sermos gente, para sermos indivíduos, para sermos sujeitos”, justifica ao Ípsilon numa altura em que lança o seu quinto álbum, The Poet’s Death (…)

Mazgani armadilha também, com absoluta consciência, a sua própria engenharia de fazedor de canções. Para escrever The Poet’s Death, tentou encontrar novos processos, novos locais onde deixar as palavras emergirem, novas posições na guitarra que os dedos não conheçam de cor. “Uma tentativa de mapear novas geografias interiores”, resume. The Poet’s Death fareja constantemente esses novos rumos, sem ter de fazer um Espectáculo disso, sempre com a graciosidade de quem tenta novos caminhos sabendo que vai chegar ao mesmo sítio. Afinal, Mazgani está convencido de que escreve sempre a mesma canção. Por muito que assuma sempre jeitos diferentes(…).”
Gonçalo Frota, Jornal Público, ****
Depois de um Teatro do Bairro cheio para o ver e ouvir na noite de ontem, Mazgani anuncia agora as primeiras datas da tour onde apresentará ao vivo o novo trabalho
9 de dezembro, Centro Cultural de Ílhavo
29 de dezembro, Fórum Luisa Todi, Setúbal
2 de fevereiro, Theatro Circo, Braga
3 de fevereiro, CCB, Lisboa
3 de março, Centro de Arte, Ovar